Opinião & Análise

Ossufo Momade pode estar equivocado – Parte 2

Faz décadas que sou fã do Ossufo Momade quanto ao Filipe Jacinto Nyusi mas, quando a coisa é para mostrar retidão e aprumo, dou a mão a palmatória, a minha maneira. Recordar que não concordo que se apareça a imprensa e com imagens de meio corpo dizer que, não concordo que Moçambique receba apoios de fora ou o contrário quando a verdade no terreno é bem outra e estratégica.

Foto extraída de um Video Amador

Moçambique já está a receber tudo o que precisa para eliminar tamarinhos que são guiados por Absuraha. Dizer que Absuraha é o homem na fotografia o qual, merece a minha apresentação, muito antes de me debruçar.

Absuraha é nome do jovem que ao longo dos 41 meses de guerra, usou 5 nomes e os mais vulgares são, Omar (nome oficial), Sheik Omar, Bonomar, Nuro e agora Absuraha. Natural de Mocimboa da Praia, Província de Cabo Delgado e estudou em várias escolas de Cabo Delgado a destacar, o distrito que lhe viu nascer até a 12ª classe. Formou-se na década 90, com sucesso, no curso da marinha de guerra, na Cidade de Pemba. Fala fluentemente 5 línguas sendo, a kimwani, kiswahil, kiarab, emakwe e Portuguesa. Quanto a língua chimakonde, ouve tudo mas nunca quer responder pela mesma língua. Para além de decifrar o alcorão de uma ponta a outra, Nuro é Cheik, por excelência e graças aos ensinamentos que ele mesmo obteve com o Pai, de madrassa em madrassa. Durante algum tempo, já foi declarado como morto em combate mas na verdade, um outro que tinha acelerações semelhantes as dele é quem sucumbiu enquanto este, ainda continua e (des)governar Distritos costeiros da Província de Cabo Delgado. – Chega de apresentações a custo zero e vamos as obras, enquanto esteja nas matas.

Quando ele ainda era Nuro ou Bonomar, conseguiu iniciar com aquela guerra, exatamente na terra natal dele e levou para as matas, suas 3 mulheres e filhos menores. Na altura, convidou também parte de seus familiares, para se meterem naquela guerra a qual ele apelidou por “Jihad”. Constam nos meus rascunhos, nomes de jovens Moçambicanos que o seguem e veneram a destacar: Pinto Amade, Sufo Saide Selemane, Bacar Selemane Chale, Nassir Nzé, Issa Abdul, Omar Abdul, Kanimambo, Sualehe Amade, Eliseu Mateus, Kibuana Sufo, Zacarias Abdullah, José Sualehe, Momade Abdulah Carimo, Sumaila, Assumane Assane, Anfai Sualehe, Abu Dardaai, Abdala Nconga, Ambasse Abdul, Sumail Assane Ibraimo, Razak Juma Sumunato, Omar Absuraha (Nuro), Kibuana Ossufo, Bacar Selemane Chalé, Abu Cuba e existem alguns fugitivos para à vizinha Tanzânia nomeadamente, Mussa Chande Aiuba, Abacar Selemane Nze, Mamudo Saha Amade, Adinane Fahamo, Mussa Ibraimo, Pinto e mesmo o Tanzaniano Momade Abdullah Carimo que opera com frequência entre aldeias Owasse e Magoma.

Dentre estes todos, o homem mais importante para que o Sheik Nuro ou Absuraca esteja de pé é Chipiai, o seu curandeiro pessoal, muito higiênico, de Nacionalidade Tanzaniana – aldeia Uguende, de 1m65 e que todo o residente de Palma o reconhece como um dos melhores pois, logo que chegou em Moçambique e concretamente em Palma, apresentou-se diante da AMETRAMO e foi retirando feitiço de casa em casa e a população ia gostando desta actitude. Com estes dotes, foi contratado mesmo por Políticos Moçambicanos, esses mesmos que estão na nossa governação, para que ele os activasse na permanência e o fez. Portanto, o homem faz aquilo que o cliente quer como resultado da macumbaria que é, colocar no topo, quem quer ficar no topo, em troca de dinheiro. Este segundo homem que faz a contra-capa, consegue fertilizar o terreno, tornando-o propício e a favor deles, faz tempo. Há quem diga que consegue reavivar seres humanos e sempre está atrás das cortinas de cada combate “importante”, com pelo menos um gato nas mãos. Quando os estrondos iniciam, ele ao lado de outro ele, recebem e fazem triagens de gente a ser feita de refém. São estes dois que dão destinos, faz tempo!

Bom, informação gratuita já chega e dei ao Ossufo Momade porque, aparenta ser o único na fita que não sabia. Prefiro voluntariamente inocentar ao Ossufo Momade, para que ele não avançasse com ideias perfeitas, num ambiente volátil. Espero que o SISE e companhia, incluindo a Bellya Nota, o saibam, ainda que eu não tenha lido isto, em nenhuma obra científica intitulada “pesquisa”.

Bom, falar sobre Absuraha é falar do verdadeiro especialista em decepação. É também alguém muito esperto e com ouvidos em todo o canto. Muito esperto porque, consta nos meus “drafts” que, recentemente, dispensou uma dezena de pessoas, do seu cativeiro terciário. Nem o SISE descobriu que nesta ação, um deles é infiltrado e todos, encontram-se já acomodados, um dos quais, já posicionado todos os santos dias, numa das rotundas da Cidade Capital, apenas apreciando a circulação rodoviária que suba e desça. Onde haja ataque com corpos decepados é porque ele estava no meio de todos e significa muito grande coisa, com recados. Ainda não tem herdeiro, para esta prática exclusiva. Falar sobre Sheik Omar é falar sobre alguém que uma vez a cada semana, se desloca da sua toca, com alguns reféns, para as proximidades do Nhica do Rovuma, para usar “roaming” e comunicar com familiares de seus reféns e está a cobrar uma média de 500 mil Meticais por cada cabeça de gente estrangeira, num autêntico esquema de tráfico. E não é o único tipo de tráfico de pessoas e seres humanos que por lá se faz. – Irei escrever um pouco mais, se Deus quiser e caso os humanos o permitirem que eu ainda cruze muito mais fontes. Irei também escrever sobre como funciona o seu reinado e com princípios de califado, no norte de Moçambique.

Ora, já o disse que, todos queremos oferecer de bandeja, os melhores conselhos patrióticos ao nosso Presidente da República mas notei que, antes de mergulharmos os pés e as mãos na lama, precisamos de conhecer, quem nos faz meter nestes ambientes voláteis. Uma simples apresentação, parece pouco. Diria eu que, ele tem origens e as mesmas, são também vítimas e confessas. Contudo, ninguém nalgum momento, faz consultas do gênero e para documentar, sobretudo deste homem que proibiu que a Escola de Mocimboa da Praia fosse ateada fogo, por ter sido o local por onde ele também palmilhou e teve, uma das melhores aprendizagens formais.

Termino garantindo que este menino aparentemente mais falado nos quatro cantos do Mundo, por estar a receber e fazer o uso de ferramentas e conhecimentos contra o Estado Moçambicano, bebeu águas dos rios Rio Quinhevu e Nangu, ao longo de todo o Mês de Ramadane portanto, é e sempre foi localizável porque aparece primeiro, para dar pré-avisos, sem tapar o rosto dele.

Deixem de ler minhas obras jornalísticas, na horizontal e cruzem dados e fontes já existentes. Maskamolo ya Id!

Co’licença!

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