Nacional

Multinacional Jindal, longe de solucionar problemas Comunitários

A Comunidade de Cassoca, na província de Tete, clama por falta de pujança por parte de autoridades governamentais, no tocante a poluição do ar e do ambiente, diante da Empresa Chinesa denominada Jindal África.

A foto em anexo, da autoria da Sekelekani, é uma das que mostra o momento em que varias viaturas, motoqueiros e pessoas foram obrigadas a parar, pela poluição do ar e ambiente, pelas 15h00 do dia 20 de Outubro de 2020.

Recente e frequentemente, a População, no distrito de Marara, Província de Tete, reclamou a falta de comprometimente no tocante a pactos já acordados para o reassentamente de uma média de 300 famílias, para locais acordados como sendo seguros.

Paralelamente a esta acção que periga a saúde humana e de convívios, animais domésticos das mesmas famílias são encontrados com resíduos de carvão nos intestinos.

“Não podemos estender farinha e nem roupa porque fica suja de carvão. Há sempre explosões 24/24. Estamos a morrer aos poucos. E nem querem empregar nossos filhos!” – Disse uma das famílias que ainda persistem viver nas encostas da Jindal – Tete.

Foto: Civilinfo

Entretanto, tentamos entrar em contacto com algum gestor da referida empresa, para rebater pronunciamentos da população, redundou no fracasso.

Importa realçar que a macro empresa Jindal, mesmo com a queda de preço de venda no mercado internacional, tem uma meta de exportar 700 milhões de toneladas em 25 anos previstos para a exploração sendo que até então, foram exploradas 10 milhões. A exploração deste recurso mineral não renovável pode ter outro modelo de exportação via Pipeline e com o destino ao porto da beira, assim que o Governo Central aprovar a proposta já submetida. Até lá, a energia a ser consumida em novas centrais hipertérmicas será entre 70 a 140 MW contrariamente dos 21 e 42 MW.

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